terça-feira, 21 de setembro de 2021

Larvas Astrais

 

Demônios magnéticos (Larvas Astrais) – Por John Baines

– Por John Baines –
(Pseudônimo do autor chileno Dario Salas) 

Nosso magnetismo pessoal adquire de maneira espontânea a tônica vibratória de nossos estados emocionais instintivos.
Se temos um temperamento depressivo ou destrutivo; se estamos cativos de certos vícios ou nos acostumamos a reagir de forma passional ou descontrolada, transmitimos essas características ao nosso próprio magnetismo, que adota essas mesmas vibrações, ficando programado de acordo com pautas similares.

Quando experimentamos um estado emocional intenso e descontrolado, como nos arrebatamentos de ódio ou ira destrutiva, emanamos uma grande quantidade de magnetismo (que se desprende de nosso corpo e se projeta para o mundo da energia. Como consequência disso, sentimos posteriormente um grande decaimento físico e anímico.

Nossos instintos e emoções podem manifestar-se em uma ampla gama vibratória, expressando-se de maneiras nobres ou perversas. E é essa última possibilidade que especialmente deve nos preocupar, pois, se emitirmos magnetismo saturado de vibrações discordantes ou destrutivas, geradas por inveja, ódio, amargura ou ressentimento, invariavelmente criaremos um núcleo autônomo de energia perversa, que se tornará um demônio magnético…

E esse filho de nossa bestialidade descontrolada, que carece de uma fonte de vida própria, para sobreviver, deve continuar se alimentando de nossas forças vitais (às vezes, buscando novas fontes de energia em outras pessoas suscetíveis de serem vampirizadas).

Se refletirmos sobre o fato de que a maioria dos seres humanos são escravos de suas paixões, tendo em si mesmo uma verdadeira besta interior de notável agressividade e violência, podemos observar que, paralelamente ao mundo material em que vivemos, existe um oceano de energia em que pululam os mais horrendos demônios (que são a prole satânica do lado escuro da alma humana, verdadeira legião infernal que se constitui em uma espécie hostil ao homem, já que seu único impulso é absorver suas energias.

Não obstante tal fato, o homem possui defesas para se proteger disso, já que está recoberto por um campo de energia similar a atmosfera do planeta (denominada “aura” e que pode ser visualizada por muitos sensitivos). No entanto, essa proteção tem uma relação de dependência com os estados emocionais e instintivos do sujeito (que se abre ou cede quando há descontrole).

Um intenso estado de ira, os estados depressivos e as orgias sexuais deixam o sujeito momentaneamente aberto… e isso acarreta a entrada de energias malignas, provocando-lhe estados passionais equivalentes aqueles nos quais se originaram.

Essa invasão deixa os demônios magnéticos em condições de nutrir-se dos mesmos elementos que formaram sua estrutura vibratória vital.

Em linguagem esotérica tradicional, os demônios magnéticos são chamados de “larvas astrais”, nome que conservaremos. Além do mais, sustentamos que o inferno é somente um estado vibratório em que habitam e se agrupam essas criaturas.

Onde está esse mundo tão magistralmente descrito por Dante?

Aqui mesmo onde estamos nesse instante, só que em uma dimensão diferente. Entretanto, desse plano vibratório, essas larvas conseguem alcançar o homem através do veículo de transmissão constituído pelo magnetismo ejetado pelo próprio homem em seus estados passionais.

Suas horrendas formas são as que inspiram temor aos alcoólatras, quando se produzem ataques de “delirium tremens”. O que esses sujeitos veem não é produto de sua imaginação, são entidades que realmente existem.

Provocam indiretamente o ódio, a traição e toda classe de fatos nefastos, já que só podem se alimentar do magnetismo emanado pela ação das paixões inferiores. São uma fonte interminável de perturbações psíquicas, materiais e biológicas. A obsessão e a loucura são provocadas muitas vezes pela possessão de larvas que se apoderam do controle da mente.

Esse fenômeno que estamos assinalando não difere muito do que ocorre com as plantas diante dos climas emocionais dos homens. Se amaldiçoamos uma planta ou projetamos nela o ódio e destruição, nossa energia se desprenderá e terá como tônica o decaimento, ferindo-a como se fosse um pequeno demônio.

Se a energia afeta a planta, também afeta as pessoas, e essas se tornam, inadvertidamente, veículos dos apetites básicos dessas criaturas. O objetivo das larvas é absorver continuamente as energias dessas pessoas…

As antigas lendas sobre “íncubus” e “súcubus” se referem precisamente às larvas. Neste caso específico, principalmente aquelas larvas criadas durante a prática do onanismo.

A entidade formada pelo homem se denomina “súcubo”; e a engendrada pela mulher, “íncubo”.  Uma vez criados só podem seguir existindo mediante a absorção do magnetismo emanado a partir de novos atos de masturbações, motivo pelo qual influem na psique de seus progenitores, despertando novos apetites pelo vício solitário.

Se o sujeito, por algum motivo resiste ao vício, a larva se vê obrigada a buscar outras vítimas (atuando nela durante o sono e provocando sonhos eróticos mediante um procedimento de indução vibratória).

Ainda que nesse momento pareça arcaico ou supersticioso falar de demônios que perseguem o homem, chegará o dia em que esse fenômeno será universalmente conhecido e cientificamente aceito. Atualmente, o que se acredita, também de forma supersticiosa, é que algo que não se vê, não existe.

Já falamos sobre isso anteriormente, afirmando que a parcela visível da fenomenologia da vida é infinitesimal em relação a área que não podemos ver… Porém, apesar disso, ela existe.

É um fato que, em condições normais, não podemos perceber aos demônios magnéticos, muito embora qualquer sensitivo psíquico possa captá-los sob a forma de uma sensação produzida por algo viscoso, repulsivo ou decomposto.

É provável que a “má viagem” a que aludem algumas pessoas que têm usado alucinógenos, possa ter relação com essas entidades negativas.

Sempre se acreditou que uma alucinação é algo que somente existe na mente de quem a imagina, sem jamais pensar que essas visões possam corresponder a formas monstruosas que existem verdadeiramente em um plano invisível.

Em linguagem ocultista, esse plano é denominado de “astral”, nome que designa um nível que não é físico. É com esse lugar que se comunica o sujeito que sofre de “delirium tremens”, contemplando seres disformes que realmente existem, engendrados pelas paixões e desvarios humanos. Ali estão representados os seus mais loucos desatinos emocionais e instintivos.

Existe também um plano astral superior, onde habitam formas mais elevadas, porém isso não é tema desse livro. Somente mencionamos isso antecipando-nos a inquietudes de alguns leitores.

Se é fato que não podemos ver as larvas astrais, é perfeitamente possível observar sua destrutiva ação no ser humano, já que existem incontáveis sujeitos psiquicamente envenenados pela ação dessas forças hostis. Observemos, por exemplo, o que ocorre comumente com onanistas, que permanecem desvitalizados e nervosos, carentes de vontade e concentração mental, incapazes de esforços poderosos e sem aptidão para abrir caminho na própria vida. Em geral, os seus assuntos pessoais não fluem, e desenvolvem algum tipo de neurose.

Três assuntos básicos devem ser assinalados nesse capítulo:*

  1. A compreensão do processo mediante se formam as larvas astrais, e o mecanismo pelo qual se convertem em seres hostis ao homem.
  1. Que o leitor observe o comportamento de pessoas presumivelmente possuídas, entre as quais se encontram com frequência os histéricos, melancólicos, obsessivos, violentos, ébrios e perturbados mentais.
  1. Esclarecer que existe a possibilidade de combater as larvas astrais por certos meios, comprovando em muitos casos uma franca melhoria nos sintomas negativos.

Obviamente, esse último ponto é o único que nos permite comprovar a existência das larvas astrais. Devemos esclarecer que nem sempre elas causam um dano tão incisivo em suas vítimas, como os que temos assinalado aqui. Também é comum que os afetados experimentem uma grande tristeza, sem motivos aparentes. Às vezes, podem se ver afetados por transtornos gástricos ou hepáticos, cefaleias variadas, sonolência difusa, tensão nervosa exacerbada, e outros sintomas.

Existem três sistemas básicos para combater as larvas astrais:

  1. O uso de pontas de aço para efetuar passes sobre o corpo do afetado, pois o aço descarrega a energia das larvas.
  1. O uso de agentes que extraiam umidade.

A tradição afirma que essas entidades são de constituição aquosa em sua periferia, tendo em seu centro um núcleo energético. Ao absorver a parte aquosa, se desvitalizam rapidamente e se dissolvem. Para esse efeito, se usam duas coisas:

  1. O sal grosso.

Se colocamos as mãos na água com sal, ou projetamos esse líquido em alguma zona corporal afetada pelo vampirismo desses parasitas, observamos um rápido alívio de alguns sintomas.

  1. Os cactos.

Os cactos possuem a propriedade de absorver a umidade ambiental, e isso resulta que sejam muito eficazes para proteção contra as larvas.

  1. A altura.

Há comprovações de que as larvas sobrevivem muito dificilmente em zonas muito altas. Por isso, acreditamos que seria de grande interesse estabelecer sanatórios ou casas de repouso para enfermos mentais e nervosos em lugares localizados a quatro mil metros de altura, ou mais…

Para terminar, é preciso alertar que todos os lugares que são uma espécie de antros de vícios se constituem em guarida de muitas larvas astrais ansiosas por absorver a vitalidade que necessitam. Por isso, é muito perigoso se relacionar continuamente com pessoas que frequentam esses lugares, já que são portadoras de entidades negativas.

De tudo o que temos estudado, um dos mais significativos fenômenos é o da criatividade humana. Inconscientemente, todas as pessoas estão gerando forças, situações, formas mentais e energias de diversas índoles. Todas elas são acolhidas por esse grande útero que é a natureza, a qual constitui muitas réplicas invisíveis da Mãe Terra, desenvolvendo em seu ventre toda semente energética que a penetra, originando, assim, o grande mistério da vida.

Tudo o que sai de uma pessoa, volta para ela mesma; sempre se colhe o que tiver semeado. Essa profunda verdade só tem o inconveniente de ter sido popularizada, o que impede que seja apreciada e compreendida. Virou até mesmo um “slogan” que se repete, porque soa bem, porém, cujo significado se ignora completamente.

Na realidade, o homem é um constante emissor de energia geradora. Infelizmente, suas projeções são descontroladas e inconscientes (não provêm de uma inteligência equilibrada, mas de suas paixões e ações negativas).


* O alcool.

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terça-feira, 6 de julho de 2021

Sobre Netuno de Arcturus meu mentor espiritual extraterrestre























Netuno, o Planeta Gigante Azul

As 14 luas de Netuno:

1- Hippocamp

2- Psámata

3- Nesso

4- Sao

5- Hanimede

6- Laomedeia

7- Despina

8- Galatéia

9- Talassa

10- Náiade

11- Proteu

12- Tritão – Acquamundi. Meu planeta de origem.

13- Nereida

14- Larissa

Tritão também é chamado de Netuno, o Rei dos Mares.

Netuno de Arcturus o meu mentor extraterrestre.

Os Arcturianos trabalham as curas e o despertar espiritual.

Sobre Arcturus podemos dizer:

Arcturo (α Boo, α Boötis, Alpha Boötis), também conhecida como Arturo ou Arcturus, é a estrela mais brilhante da constelação do Boieiro. É a quarta estrela mais brilhante no céu noturno.

Pertence à classe espectral K do sistema de classificação estelar proposto por Annie Jump Cannon. O diâmetro de Arcturus é de aproximadamente 22.100.000 km, o que corresponde a 30 vezes maior que o do Sol e 1733 vezes maior do que o planeta Terra, a sua temperatura chega aos 4300 K (aproximadamente 4000 °C). É considerada como uma das estrelas que mais tende a durar (cerca de 9,3 bilhões de anos) devida a sua magnitude média (magnitude aparente de -0,04 e uma magnitude absoluta de 0,2). Antigamente era classificada como uma gigante vermelha, mas na reclassificação proposta pela NASA é considerada atualmente como uma média alaranjada. Está cerca de 33 anos-luz do sistema solar e é uma das estrelas mais brilhantes no céu terrestre.

Mitologia romana

Na mitologia romana, conforme relatado por Higino, Arcturus é o ateniense Icário. Ele morava com sua filha virgem Erígone e seu cão Maera. Ele hospedou Liber Pater, que o ensinou o segredo do vinho. Icário deu o vinho a uns pastores que, acreditando que Icário os tinha envenenado, mataram-no a pauladas. Seu cão Maera, latindo sobre o corpo morto do dono, chamou Erígone, que se enforcou. Liber Pater então afligiu as mulheres atenienses com uma praga, que só terminou quando eles puniram os pastores e instituíram um festival em honra dos dois. Os deuses então transformaram ambos em estrelas: Erígone virou a constelação de Virgem e Icário a estrela Arcturus.

O que diz a ciência?

Artigo abaixo por Beatriz Araújo

Sugestão de trilha sonora: The Planets Op.32: Neptune, the Mystic – Gustav Holst

O ano é 1989. Já há 22 anos longe de casa, a aventureira sonda espacial Voyager 2 adentra o território do frio e gigante planeta Netuno, o último do Sistema Solar. Ela é, até hoje, a única sonda espacial a visitá-lo de perto, conquista realizada antes de rumar em direção aos confins do Sistema Solar.

Assim como a Terra é rodeada pela Lua, a maioria dos planetas também apresenta corpos celestes que rodopiam ao seu redor. É o caso de Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, que não estão sozinhos. Porém, sabemos hoje da existência de 14 luas de Netuno. As dividimos, inclusive, em dois grupos: as luas internas (com órbitas internas à da lua Tritão) e as luas externas (com órbitas externas à da lua Tritão).

Netuno visto pela sonda espacial Voyager 2 (Crédito: NASA/JPL)

O gigante e suas luas

Antes da aventura da Voyager 2, tínhamos conhecimento de três luas de Netuno: Tritão, Nereida e Larissa, todas encontradas com o auxílio indispensável de observatórios astronômicos e telescópios presos ao solo terrestre. Netuno, inclusive, só pode ser avistado numa noite escura por meio de um desses equipamentos, não importa o quão bom seja a sua visão. Isso explica o porquê de termos negligenciado esse planeta por tanto tempo na história da humanidade; sua descoberta ocorreu há menos de 200 anos.

Pouco depois da primeira observação oficial do frio planeta azul, em 1846, foi constatado que ele não era um cavaleiro solitário nas profundezas do Sistema Solar. Rodopiando ao seu redor, estava Tritão, sua exótica lua. Ela é a maior lua do Sistema Solar e o único grande satélite natural com movimento retrógrado, que gira contrariamente à rotação de seu planeta. Além disso, é o corpo planetário mais frio conhecido.

Nereida, descoberta em 1949, é uma das luas externas de Netuno e tem uma órbita superexcêntrica, além de demorar 360 dias terrestres para dar uma volta em torno de seu planeta.

Já Larissa, foi vista pela primeira vez em 1981, mas apenas oficialmente descoberta em 1989 com a missão Voyager 2.

As aventuras das Voyagers

Concepção artística da sonda espacial Voyager 2 (Crédito: NASA)

A sonda espacial Voyager 2 está hoje no espaço interestelar e, assim como sua irmã Voyager 1, carrega consigo um disco de ouro com imagens, músicas, saudações e sons que representam a humanidade e foram escolhidos por um comitê presidido por Carl Sagan.

Mas, para ciúmes de sua irmã, a Voyager 2 foi a única sonda a estudar de pertinho todos os quatro planetas gigantes do Sistema Solar: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Do último planeta, Netuno, descobriu cinco luas internas (Proteu, Náiade, Talassa, Galatea e Despina) e quatro anéis, além de ter capturado magníficas imagens.

Novas tecnologias, novos achados…

Depois da aventura da sonda, qualquer observação de Netuno e de seu sistema ficou restrita ao uso de equipamentos em solo ou órbita terrestre. Entretanto, a tecnologia avançou muito desde os anos 1980, principalmente no que se refere à obtenção e processamento de dados. Em 2002 e 2003, cinco luas externas (Laomedeia, Halimede, Sao, Neso e Psámata) foram descobertas por observatórios terrestres, totalizando, na época, treze luas conhecidas de Netuno.

Telescópios espaciais em órbita terrestre possuem a vantagem de evitar o obstáculo da atmosfera do nosso planeta que atrapalha a astronomia no espectro do visível. O famoso telescópio espacial Hubble, lançado em 1990, foi um avanço sem precedentes para a astronomia. Dentre diversas de suas descobertas destacam-se as imagens mais profundas já tiradas do universo e, além disso, ele também teve um papel importante no estudo de Netuno e seu sistema de satélites naturais.

A última lua descoberta de Netuno, S/2004 N 1 ou Hippocamp, para os mais próximos, não é bem uma novidade. Ela foi encontrada a partir de uma reanálise de imagens do telescópio espacial Hubble obtidas em 2004-2005 e 2009, e sua existência foi confirmada a partir das imagens de 2016.

Você pode estar se perguntando: Como que ninguém notou antes essa magnífica lua nas fotos?

Bom, na Astronomia, a captura de imagens é bem mais complexa do que o que estamos acostumados. O nosso celular, por exemplo, consegue captar e processar uma foto quase que instantaneamente, mas, ao apontarmos os nossos telescópios câmeras para o céu, nos deparamos com objetos longes e difíceis de observar. Muitas vezes, os equipamentos passam dias e horas coletando os dados e, depois, é preciso lançar mão de técnicas de processamento super-refinadas. Só assim é possível encontrar, no meio de um mar de dados, algo relevante. E, claro, dependendo da técnica utilizada, algumas coisas podem acabar passando despercebidas.

E como foi possível detectar a pequena Hippocamp?

Pesquisadores desenvolveram um método de reprocessamento mais refinado das imagens do Hubble capaz de trazer à tona informações que antes estavam escondidas entre ruídos e borrões. Os mesmos truques foram também utilizados para a observação recente de Náiade, vista pela última vez em 1989.

Está… mas por que essa descoberta é importante?

A descoberta de Hippocamp não acrescenta somente em número, mas também nos ajuda a entender melhor sobre a história do sistema de luas interno de Netuno.

É que o 14º satélite natural tem uma órbita um pouco mais próxima a Netuno do que Proteu, que tem 4.000 vezes o seu tamanho e, em sistemas nos quais um corpo orbita o outro, acontece um fenômeno chamado de efeito de maré.

Isso significa que há uma tendência de que os corpos fiquem com os mesmos lados virados um para o outro, o que muda suas rotações individuais. É por isso que sempre vemos apenas uma face da nossa Lua!

Uma consequência desse efeito é, também, o afastamento do corpo que está orbitando. Já ouviu falar que a Lua se afasta aproximadamente 4 cm de nós a cada ano? Quanto maior o corpo, mais intenso será esse efeito. E isso acontece também com Proteu. No passado ele esteve mais próximo de Netuno e, com o tempo, migrou para órbitas mais afastadas.

Como a Hippocamp é bem pequena, sua órbita não deve hoje diferir muito de como era no passado. Nesse caso, seria muito provável que Proteu, em seu trajeto de migração, houvesse capturado a pequena lua, “engolindo-a”. Como a Hippocamp está sã e salva por aí, talvez ela não exista há tanto tempo assim e nem estivesse, no passado, no mesmo local de hoje.

Os pesquisadores têm uma forte hipótese: um grande impacto em Proteu (possivelmente o que gerou sua grande cratera Pharos) haveria gerado fragmentos que se espalharam no espaço e entraram em órbita ao redor de Netuno. Esse material, então, haveria se acumulado em órbitas internas à de Proteu e, olha só, dado origem a Hippocamp.

Uma coisa é certa: essa história é um exemplo de como o papel de colisões e migrações orbitais foi relevante para a formação do sistema interno de luas de Netuno, e ela também pode nos fazer refletir sobre o quanto ainda temos a descobrir sobre nossa vizinhança, e quem dirá sobre lugares mais longínquos do cosmos.

Há pouco mais de 400 anos, Galileu Galilei apontava sua luneta para Júpiter e descobria um sistema de quatro luas que contestava o pensamento geocêntrico – a ideia de que a Terra era o centro do universo, muito comum na época. Hoje, já deixamos nossa marca para além do Sistema Solar e sonhamos com o que o futuro ainda nos reserva. A cada descoberta um novo mundo se abre a nossa frente.

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terça-feira, 8 de junho de 2021

Disenteria Mediunica

 

Disenteria Mediúnica

 

Um dos efeitos da mediunidade é provocar um estado alterado de consciência.

Quando atendo com tarô, búzios, leitura de mãos ou outro oráculo, sempre fico mediunizado por intuição e recebo inspiração de diversos mentores.

Adicionalmente, por acrescimento de misericórdia, sou assistido pela Falange dos Pretos Velhos.





Pai João de Angola é o mentor que me assiste mais de perto, acompanhado de Pai José, Irmã Lola, Irmã Miquelina e Mãe Zefina.

Uma das minhas primeiras tarefas no atendimento é o alívio da ansiedade.

Tenho permissão da espiritualidade para cobrar meu trabalho fruto do meu estudo e experiência.

Mas não posso cobrar pela mediunidade.

Os mentores agem por sua vez no consulente durante o meu atendimento.

Em geral eles vão até o consulente e aplicam passes magnéticos e limpeza, fortalecimento e harmonização, em nome de Deus.

Assim quando o consulente desliga está se sentindo bem melhor.

Quando o consulente está com muita energia negativa, os mentores dirigem esta energia para mim, pois eu aprendi com o passar dos anos a dissolver esta carga.

Frequentemente isso atua sobre o meu sistema nervoso e consequentemente sobre o meu sistema digestivo.

Tenho uma disenteria instantânea, liquida e imediata, e sem nenhum controle.

Em poucos segundos meu organismo expulsa a carga de energias negativas junto com fezes liquidas que as vezes por falta de agilidade e velocidade minha de chegar ao vaso sanitário, descem de perna abaixo, fazendo eu ter que interromper o meu atendimento.

“ O estado emocional pode interferir no funcionamento do intestino.

O Programa Bem-Estar da Globo desta quarta (25) falou da relação entre o intestino e o cérebro.
Ansiedade e estresse podem provocar disenteria, constipação e até úlcera gástrica.

Você já teve prisão de ventre ou diarreia quando estava estressado ou nervoso? Isso acontece porque o intestino tem seu próprio sistema nervoso, que está ligado ao cérebro através de ramificações.

Por isso, quando a pessoa sente alguma emoção forte, ela pode ter problemas no funcionamento intestinal, como diarreia, constipação, gases, síndrome do intestino irritável, dor abdominal ou até mesmo úlcera, como explicou o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui no Programa Bem-Estar desta quarta-feira na Globo

Isso acontece também porque, quando a pessoa se estressa, há uma diminuição do fluxo sanguíneo em órgãos vitais do corpo, inclusive o intestino, como mostrou o gastroenterologista Marcelo Borba. De acordo com o psiquiatra Daniel Barros, há evidências que mostram que substâncias inflamatórias provocadas por bactérias no organismo podem penetrar no intestino e favorecer até mesmo o surgimento da depressão. E quem sofre desse problema e costuma tomar antidepressivo também pode ter algum efeito na digestão já que esses medicamentos aumentam a produção de serotonina – hormônio do bem-estar -, o que pode dar efeitos colaterais no intestino, como diarreia, por exemplo.


























No entanto, tudo isso depende da sensibilidade de cada um – diante de situações difíceis, alguns podem ter o intestino preso, outros podem ter o intestino solto.

Por exemplo, no caso das mulheres, é muito comum o intestino travar durante viagens, por exemplo, ou quando elas estão de mau humor. Para evitar tudo isso, é importante manter a flora intestinal equilibrada entre bactérias boas e ruins, com a ingestão adequada de água e fibras, além da prática regular de atividade física, como alertou o gastroenterologista Jaime Zaladek Gil.

Esse desequilíbrio da flora intestinal pode ser causado pelo uso de antibióticos ou por uma alimentação contaminada. Nesse caso, as bactérias ruins podem se sobressair, causando infecções que levam a problemas como gases, distensão abdominal, diarreia, prisão de ventre e até febre. Em alguns casos, essas bactérias podem até sair do intestino e chegar ao sangue, causando a chamada colite pseudomembranosa.


Quando há esse desequilíbrio, geralmente o corpo demora de 7 a 10 dias para se recuperar e voltar ao número ideal de microrganismos no trato intestinal. O cirurgião do aparelho digestivo alerta ainda que, no caso de diarreia, é melhor evitar a ingestão de leite e derivados do leite.

Para ajudar a manter a flora intestinal equilibrada, a dica é ingerir alimentos probióticos, que têm bactérias boas que fazem bem para o organismo e ajudam no sistema imunológico. Porém, como explicou o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, para ser considerado probiótico, o alimento tem que ter bactérias que resistam ao processo de digestão e cheguem vivas ao intestino, onde vão atuar de maneira positiva. Por isso, é importante olhar sempre o rótulo, principalmente dos iogurtes, para ver se são mesmo probióticos.

Existem ainda os prebióticos, que são alguns tipos de fibras que servem de alimento para os probióticos no trato intestinal, induzindo o crescimento das bactérias boas. Eles podem ser consumidos em forma de cápsulas ou através de alimentos como chicória, batata yacon, cebola ou alho, por exemplo.

Por último, o cirurgião falou sobre os simbióticos, que são produtos que combinam os probióticos e prebióticos. No entanto, nesse caso, eles não são adquiridos através de alimentos, mas em sachês e cápsulas, indicados para quem tem alterações no trato gastrointestinal ou também na prevenção de câncer no intestino. A recomendação para quem quer ingerir os simbióticos é sempre procurar a orientação de um nutricionista antes. ” Fonte: Programa Bem-Estar da Globo.

Muitas vezes o consulente fica preocupado com o que aconteceu.

Quando posso, retomo o atendimento e explico o que aconteceu.

Estou me tratando com médicos e terapeutas para aliviar este efeito.

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segunda-feira, 24 de maio de 2021

Dia 24 de maio de 2021 dia de Santa Sara Kali Padroeira dos Ciganos Rom



Santa Sara Kali
Dia 24 de maio é o dia de Santa Sara Kali, padroeira dos Ciganos Romanish

Santa Sara ou Sara la Kali ("Sara, a negra" em romani) é a padroeira dos rom (ciganos).

O seu nome, tal como o de Sara no Antigo Testamento, pode ser um nome hebraico que indica uma mulher de alta sociedade, que algumas vezes é traduzido como “princesa” e senhora”. Já o epíteto Kali deve significar "negra", da língua indiana sânscrito, por sua tez ser escura. Seu culto se liga ao das Virgens Negras.

História

As lendas a identificam como a serva de uma das três mulheres de nome Maria que estavam presentes à Jesus.

Algumas falam que ela seria serva e parteira auxiliar de Maria, e que Jesus, por esta tê-lo trazido ao mundo, teria uma alta estima por ela. Outras, que era serva de Maria Madalena. Seu centro de culto é a cidade de Saintes-Maries-de-la-Mer, na França, onde ela teria chegado junto com Maria Jacobina, irmã de Maria, mãe de Jesus, Maria Salomé, mãe dos apóstolos Tiago e João, Maria Madalena, Marta, Lázaro e Maxíminio. Eles teriam sido jogados no mar em um barco sem remos nem provisões, e Sara teria rezado e prometido que se chegassem a salvo em algum lugar ela passaria o resto de seus dias com a cabeça coberta por um lenço. Eles depois disso chegaram a Saintes-Maries, onde algumas lendas dizem, foram amparadas por um grupo de ciganos.

As Santas Marias do Mar, Sara e Maria Madalena

A imagem de Santa Sara fica na cripta da igreja de Saint Michel, onde estariam depositados seus ossos.

Fontes variam: se sua canonização consta de 1712, ou se é uma santa regional. Sua festa é celebrada nos dias 24 e 25 de maio, reunindo ciganos de todo o mundo.

Sua imagem é coberta de lenços, sendo ela uma protetora da maternidade. Mulheres (romi) que não conseguem engravidar e mulheres que pedem por um bom parto, ao terem seus pedidos atendidos, depositam aos seus pés um lenço (diklô). Centenas de lenços se acumulam aos seus pés.

As pessoas fazem todo tipo de pedido para Santa Sara, por sua fama de atender todos os que depositam verdadeira fé nela. Santa Sara é a santa dos desesperados, dos ofendidos e dos desamparados.

segunda-feira, 22 de março de 2021

Tipos de Astrologias utilizadas atualmente

Tipos de astrologia utilizadas atualmente Astrologia







1- Natal 
2- Moderna 
3- Karmica 
4- Sinastria 
5- Horária 
6- Árabe 
7- Indiana 
8- Cristâ 
9- Medieval 
10- Tradicional 
11- Védica ou Hindú 
12- Chinesa 
13- Vocacional 
14- Asteca e Maia 
15- Médica 
16- Egípcia 
17- Kabalística 
18- Uraniana 
19-Sumeriana 
20- Pitagórica 
21- Atlante 
22- Da nova Era

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